Me deixa aqui quieta
Ouvir essas músicas que trazem tua lembrança
Escrevendo com a caneta que lembra que você me adora
Me deixa cantar e chorar, esquecer a saudade que é tanta
Exorcizar a tristeza
Minha voz parece pôr pra fora tudo que queria dizer
Tudo que queria viver
Inexplicavelmente cada acorde do violão parece fazer vibrar meu peito vazio
Faz lembrar as palavras doces que ouvi.
Me deixa aqui como estou, num espaço vazio
Em meio a livros e canções que fiz pra você ouvir,
Em meio a sentimentos que tentei fazer você sentir.
Me deixa agora pôr tudo pra fora
Me esvaziar de tudo isso para mais uma vez recomeçar
Inventar motivos para continuar com meus passos lentos.
Ir preenchendo a saudade com lembranças
Que inevitavelmente vão desaparecer.E eu não queria.
As lágrimas vão escorrendo e manchando o papel,
Borrando as palavras e também o significado delas no fim.
Me deixa expressar, falar, cantar, gritar, até todas elas perderem o sentido em mim.
segunda-feira, 8 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Meu lugar
Me aquieto no silêncio da noite, sendo banhada pela luz prateada da lua...
Saudade do meu cantinho, no alto de casa, levando o vento frio da madrugada.
Me isolo por algumas horas pra tentar colocar ideias no lugar, sentimentos no lugar.
Se chover fica ainda melhor, a água escorre pelo rosto e me lava, numa simbologia de que tudo ficará limpo e novo...
É disso que preciso agora, de algumas horas sozinha, sentindo vento e chuva. Dar um tempo nessa correria louca em busca de objetivos diversos.
Pisar no freio, sem parar, concentrar-se em uma coisa de cada vez...
E nesse momento, um cantinho só meu me bastava, no alto de um árvore, onde ninguém pudesse me achar...
Saudade do meu cantinho, no alto de casa, levando o vento frio da madrugada.
Me isolo por algumas horas pra tentar colocar ideias no lugar, sentimentos no lugar.
Se chover fica ainda melhor, a água escorre pelo rosto e me lava, numa simbologia de que tudo ficará limpo e novo...
É disso que preciso agora, de algumas horas sozinha, sentindo vento e chuva. Dar um tempo nessa correria louca em busca de objetivos diversos.
Pisar no freio, sem parar, concentrar-se em uma coisa de cada vez...
E nesse momento, um cantinho só meu me bastava, no alto de um árvore, onde ninguém pudesse me achar...
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